Em Roraima , dois ônibus com indígenas da OMIR e do CIR compareceram ao evento, acompanhados de uma pequena carreata, contemplando também representantes da Venezuela. O protesto evocou problemas relacionados ao meio ambiente.
Segundo Nelita Frank, da AMB de Roraima, a concentração foi animada. Foram distribuídas as bocas, os pirulitos com as frases de protesto e o manifesto de apoio ao povo boliviano aos que passavam pela principal avenida comercial de Pacaraima. Ao longo do percurso, alguma paradas foram feitas para as manifestações dos movimentos , com falas de militantes da AMB, NUMUR, OMIR, sindicalistas e trabalhadoras rurais da FETAG e sindicatos e jovens feministas. Além dos discursos, as feministas fizeram dramatizações sobre violência e mercantilização, com destaque para o tráfico de mulheres e exploração sexual de mulheres jovens.
Outros movimentos como Direitos Humanos, Nós Existimos, Diversidade Sexual, Luta contra a AIDS e ambientalistas se pronunciaram ao logo da passeata. No ato de encerramento, o movimento indígena deu depoimento sobre a questão da desintrusão das terras indígenas, o agronégocio e contra a violência e a criminalização dos movimentos sociais.
Outras falas foram concentradas na luta de enfrentamentoà globalização, políticas neoliberais e o patriarcado capitalista. Ao final, um show com cantoras e cantores locais e dança indígena Parichara marcaram o encerramento das atividades.
Confiram nas fotos de Erwin Frank.


